As fêmeas dessa espécie se alimentam em uma grande quantidade de sangue, usando a maior parte para produzir os ovos. Após se alimentar, ela se desprende do hospedeiro e faz a postura no solo, podendo depositar até 3 mil ovos.
Após eclodir do ovo, a larva migra para as extremidades das folhas do pasto, procurando um hospedeiro. Ao entrar em contato com o bovino, a larva então se dirige para as regiões mais propícias para seu desenvolvimento, como coxas, regiões perineal e orelhas. 🐂
Após a larva se fixar no hospedeiro, ela sofre ecdise, durante um processo de 7 dias, para ninfa. Durante outro período de 7 dias, e após sofrer outra ecdise, ocorre a diferenciação sexual na espécie.
No período adulto, a fêmea inicia o repasto sanguíneo, onde se alimenta mais que o macho, podendo-se aumentar de tamanho em até dez vezes. Após esse processo, a fêmea cai no solo, iniciando mais uma vez o ciclo.
A Pontual está empenhada na pesquisa de meios para se controlar essa praga, assim ajudando os nossos gados.
(Fontes das fotos: Canal do Criador; Correio do Povo; INRAE; Cursos CPT; Zootecnia Brasil)